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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

ICONE DA VELA BRASILEIRA ! Bruder Nos ajude neste resgate!


 

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         Ter uma  atitude depende apenas de você. Basta tomar uma decisão e e seguir em frente. Naturalmente, novidades e mudanças afetam diretamente a tomada de decisão, entretanto novas atitudes em geral precisam ser tomadas a fim de que  que mudanças venham a acontecer.
Você faz parte deste processo e pode contribuir.
Amigos velejadores, se você tem informação deste grande velejador Bruder, publique estaremos assim resgatando um pouco da história do iatismo, contribua para a cultura náutica e mentalidade marítima, bons ventos. 
Sabe aquela revista velha, aquele jornal,  aquela foto no seu albúm, que está guardando em casa, escanei, ou envie a revista pelo correio para o seguinte endereço AOS 5 Bloco B Apart 512 - Cep 70660-052 - Rommel Castro - as doações serão escaneadas e enviada para Georgia Bruder.

A rede Virtual do Conhecimento Náutico aceita doações de revistas de náuticas Brasileiras, fotos, e publicações que envolvam a náutica enviar para o endereço acima.
O Veleiro Finn

O Finn é um barco pequeno, com 4.5 m de comprimento, de fundo arredondado, pesa 145 kg, para uma pessoa, com 10 m2 de vela efetiva. Foi Rickard Sarby, um finlandês, quem fez o desenho do “Finn”. Venceu a concorrência em que cem desenhistas de todo o mundo estiveram empenhados para criar um barco especial para as Olimpíadas de Hélsinque, em 1952, na Finlândia. Chega atingir uma velocidade de 50 quilômetros por hora. O “Finn” é um barco que exige um preparo físico do atleta.
           A resistência física pode significar até 80 por cento do rendimento do barco, se o vento for forte. Se bem que o iatista leve obtenha melhores resultados quando o vento é fraco e o barco rende menos, há um peso ideal para o que barco tenha um rendimento com pouco ou muito vento.
ConhNáutico  | Vela Olímpica | Classe Finn
 
        Bruder[1]  quando velejava, levava consigo de oito a quinze malhas de lã: conforme o vento aumentava e a necessidade de peso é maior, encharcava as malhas e as vestia, o que aumentava o peso do iatista em até 40 quilos. Seu peso passava então de 80 quilos para 115 quilos.
    Bruder começou a velejar aos cinco anos de idade, a sua primeira participação em regata foi em 1959. Desde o inicio de sua carreira na vela procurou desenvolver novas concepções para melhorar o desempenho.
      Todos aqueles que tiveram oportunidade de conhece-lo o respeitavam como um campeão e como pessoa, era uma pessoa versátil, e dedicado com grande espirito de luta, um vencedor.
A personalidade de um campeão
    Quem conheceu este grande velejador e participou de regatas na mesma raia, teve o grande privilegio e acompanhar e registrar grandes momentos. Comentários sobre as suas qualidades eram normais, ele não precisava de bussola cheirava o vento de longe. Conseguir uma boa colocação era só seguir o grande velejador. Era uma boa tática seguir Bruder pois seu índice de erro era menor que os demais.

Na época os seus melhores adversários tinha o maior respeito, principalmente quando nas competições era frequente vê-lo no inicio do dia com olhar para o horizonte mapeando toda a sua competição, algumas vezes usava um binóculo. Provavelmente ali começava toda a sua analise tática e estratégia para a sua regata. Era um mestre e durante a competição podíamos observar que aquele velejador se destacava dos demais, se o vento aumentava ele literalmente voava.
    Tive oportunidade de presenciar em um campeonato o seu desempenho, e as suas atitudes sempre voltadas para o aperfeiçoamento do iatismo ao qual ele se dedicava com atitudes mentais de sucesso.


Um bom velejador de Finn necessita de muita saúde, pois durante uma regata ele pode velejar duas horas seguidas, com poucos minutos de descanso. Ter bons músculos nas pernas e abdômen, que é onde se reflete a resistência do iatista. Em vento forte é necessário que o atleta faça escora, ou seja, que fique com corpo completamente fora do barco, batendo muitas vezes a costa na superfície d’água.
ConhNáutico  | Vela Olímpica | Classe Finn
          Os barcos hoje, modernos na sua concepção fibra de vidro, mastro de fibra de carbono. Diferentemente de épocas passadas em que o velejador para participar de uma Olimpíada levava o seu mastro de madeira e vela. Era um trabalho árduo afinar um barco, pois o velejador para ter um bom desempenho tinha de trabalhar seu mastro, trabalho este que poderia levar semanas, aplainando o mastro de madeira para conseguir o máximo de aproveitamento aerodinâmico.
       No inicio do ano de 1981, esta categoria muito difundida em São Paulo teve a participação no campeonato de Torben Grael, um velejador que se destacava por velejar em várias classes de barco.
  • “ Entrei no campeonato por acaso, estava sem fazer nada e me inscrevi. Não esperava vencer...’
    • O veleiro finn pode ser considerado um catboat com um mastro colocado bem a proa da embarcação, é uma um barco maneável e bastante rápido nos diversos tipos de vento. Um barco que exige do tripulante principalmente em ventos fortes. Nos meados dos anos 60, Jorge Bruder e Hubert Raudaschl desenvolveram um conjunto excepcional de mastro de madeira e vela de dracon.
    • Joerg Bruder Campeão Paulista de 1962 a 1968, campeão sul-americano em 1964 e 1966, Campeão Pan-americano de 1967. Quinto no mundo em 1964, segundo em 1966 numa competição com 146 barcos. Quanto no mundial de 1067, e terceiro no mundial 1968, ganhando os campeonatos de Los Angeles, San Diego, San Francisco e Chicago, Campeonato nos EUA, vice no campeonato americano, que incluía o Canadá e o México, e terceiro no Finn Gold Cup na Inglaterra. Ganhou o Campeonato Mundial por três vezes consecutivas em 1970, 1971, 1972 e foi segundo em 1969.
  • Fonte: Revista Veja, edição 660, de 29 de abril de 1981
FINN CLASSE Gold Cup nas Bermudas
ConhNáutico  | Vela Olímpica | Classe Finn
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Filmado e narrado por JOHN BIDDLE fonte: Blogger . Depois de ver o vídeo atentamente podemos avaliar não somente a organização, como a evolução da vela. A participação deste velejadores  na  Bermuda Gold Cup deve ter sido uma experiência para os grandes velejadores. No vídeo podemos ver, entre outros, Paul Elvström, Jörg irmão, Walter Maio, entre outros nas cenas de abertura, vemos como a praia - Shelly Bay Beach - tinham sido evacuados por causa do Hurricanes "Inga".
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MUDANÇA DE PARADIGMA

Apreciar as pequenas conquistas deve ser um hábito para aqueles que pretendem contribuir para a cultura náutica. Cada conquista tem um sabor especial e toda a conquista por menor que seja, deve ser elogiada e compartilhada. Não há dúvida de que para alcançarmos o sucesso temos de trabalhar duro por um longo período. Este sucesso não vem da noite para o dia, ele é construído ao longo do tempo. Acredito que, entre os participantes de atividades náuticas, haja muitas pessoas de visão dispostas a compartilhar novos conceitos; no futuro iremos comemorar juntos o sucesso de nossas ideias.

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Publicações Conhecimento Náutico 

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