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domingo, 12 de janeiro de 2014

Aprender a Velejar! Uma questão de decisão.

 
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         Ter uma  atitude depende apenas de você. Basta tomar uma decisão e e seguir em frente. Naturalmente, novidades e mudanças afetam diretamente a tomada de decisão, entretanto novas atitudes em geral precisam ser tomadas a fim de que  que mudanças venham a acontecer.
Você faz parte deste processo e pode contribuir.
 

Motivos e incentivo.

Cinco motivos para você iniciar no iatismo e aprender a velejar. Tome esta atitude e conquiste novos mares e amigos.
  1. Velejar é popular em todo mundo, para onde você for viajar com certeza poderá também velejar. A extensão do litoral brasileiro é imensa, você poderá explorar lugares maravilhosos, entretanto necessariamente não precisa estar perto do mar para aprender a velejar. Temos rios, lagos, represas perto de você.
  2. Você não necessita de barcos caros ou equipamento complicado para velejar, mesmo que sejam velejadas oceânicas.
  3. Velejar pode ser acessível para qualquer pessoa. Informações existentes na internet podem facilitar a compreensão desta atividade tão prazerosa. Também é possível velejar virtualmente. Qualquer pessoa que tenha acesso a internet, onde pode explorar desde um simples passeio, a simulação de regatas e eventos competitivos.
  4. Aprender a velejar num dingue (barco de uma só vela) é a maneira mais rápida e mais efetiva para a maioria dos novatos na vela. É necessário ter o objetivo de ganhar habilidades básicas e instrução necessária de conhecimento e segurança no futuro.
  5. A preservação de nosso meio ambiente é essencial para o seu lazer. O contato com a natureza alegra o convívio e bem estar de sua família, que se traduz em qualidade de vida.

Introdução a Navegação

     Navegar é uma ciência que pode ser apreendida com segurança.  E neste caso a arte de conduzir um barco seja ele pequeno ou grande se inicia com uma aprendizagem segura.  Seguramente, uma das melhores maneiras de  esta ciência é começar a velejar. Podemos sentir o entusiasmo dos velejadores experientes ao conversar com os principiantes. Os velejadores mais antigos  e com maior experiência são ávidos em passar seus conhecimentos (muitas vezes podem desnortear e confundir os iniciantes – sejam adultos ou pequenos aprendizes – diante de diagramas, setas e linhas pontilhadas ). Sem receio podemos afirmar que aprender a velejar não é difícil - embora na maioria das vezes seja fácil fazer parecer o contrário.
     O contato com a natureza, a exploração de novos horizontes exige do iniciante uma compreensão de princípios básicos da vela. Por isso, estar atento às novas experiências é uma aprendizagem lenta e gradativa.
 

 Essas noções básicas sobre vela auxiliarão ao velejador novato à medida que ele aprende sobre um mundo novo e envolvente, com toda beleza e mistérios, fazendo-os compreender tudo aquilo que torna o velejar um fascínio.
Velejar é descobrir um mundo novo, uma descoberta da alma e da sensibilidade, inicie e procure ser um bom velejador, pois poderá conduzir esta atividade durante toda a sua vida. Procure ser um bom ser um bom velejador, pois poderá conduzir esta atividade durante toda a  sua vida.

Solucionar estes problemas envolve desde o conhecimento dos regimes de ventos, noções básicas de meteorologia, detecção de pontos de referências, às vivências de divisão de tarefas e trabalho em equipe. Desenvolver estas capacidades de solucionar problemas deixam os  velejadores em condições de prestar auxilio, com noções de primeiros socorros e um alto grau de comprometimento com a ajuda ao próximo, bem como, ainda, à aquisição de um elevado senso de responsabilidade e competitividade saudável.
     Pode-se afirmar, sem sombra de dúvida, que a embarcação à vela, para sua navegabilidade, exige do iatista a aplicação da globalidade do conteúdo teórico vivenciado nas salas de aula, uma vez que são imprescindíveis os conhecimentos de Geografia (pontos cardeais, regimes de ventos, pontos de referências) Matemática (cálculo estimativo de posicionamentos, projeções geométricos para definições de percursos etc.), Português (interpretação, compreensão e aplicação das regras), Física (percepção das forças resultantes e dos pontos de equilíbrio da embarcação) e Biologia (reconhecimento e preservação dos microambientes nas regiões de navegação), entre outros.
 A exigência dessa universalidade de conhecimentos, incluindo habilidades de comunicação e argumentação, é parte fundamental da construção do saber para os aprendizes jovens e adultos que, de forma lúdica e motivada, adquirem, desde muito cedo, uma excelente percepção da realidade e da importância do seu papel no mundo que os cerca.
A necessidade da aplicação desses conhecimentos ocorre de modo espontâneo e gradativo, na medida em que os iniciantes despertam para as necessidades de melhorar seu desempenho.  A medida que avançam nos conhecimentos, passarão a observar o desempenho dos concorrentes ( no caso de regatas) e elaborar estratégias para obter melhores colocações nas disputas, dentro de um clima de saudável competitividade.
No Brasil, no entanto, ao contrário dos países europeus e da América do Norte, os esportes à vela são ainda pouco difundidos, por serem considerados elitistas. Assim também foram o tênis e o voleibol, que hoje premiam àqueles que tiveram uma visão antecipada do potencial do esporte e começaram a dedicar-se a eles com maior antecedência.
Aqueles que consideram o iatismo um esporte caro ou elitizado demonstram pouca noção do que é o esporte realmente. As modalidades esportivas consideradas "mais populares", em sua fase profissional, exigem do atleta grandes investimentos em equipamentos e acessórios, uma vez que, em competições de alto nível técnico, a tecnologia do material utilizado pode representar uma indiscutível diferença entre perder e ganhar. Um bom exemplo disso é a natação, um esporte considerado barato, mas que, ao atingir um nível técnico elevado, passa a exigir dos nadadores roupas especiais similares à escamas de tubarões, desenvolvidas por processos de alta tecnologia e, consequentemente, oferecidas a um custo elevado.
     A iniciação à Vela, em sua fase primária é um empreendimento de baixo custo, uma vez que a embarcação e os equipamentos são oferecidos pela própria Escola de Vela, pelos clubes, que fornecem inclusive toda a infraestrutura necessária ao esporte.
Como nos demais esportes, na medida em que os responsáveis pela criança ou jovem, ou o adultos, percebem o potencial ou desejo de aperfeiçoarem-se no iatismo, os investimentos podem ser realizados de acordo com os recursos de cada família, que pode, então, decidir patrocinar o seu provável futuro campeão.

Objetivo

  Parece bastante óbvio que o objetivo de um projeto de esportes náuticos seja ensinar as modalidades do iatismo em si. No entanto não entendemos que seja somente isso, entidades e clubes, devem ser preparados para criar condições para que os jovens e adultos possam desenvolver plenamente no esporte. Conviver com a natureza, amá-la preservá-la é fomentar uma consciência náutica e mentalidade marítima.
Estando em seus barcos, os jovens e adultos irão travar uma espécie de batalha com a natureza através de seus elementos: ventos, chuva, ondas, calor, etc.
Vivenciar esta batalha onde só eles e a natureza se confrontam, fará sedimentar um sentimento de luta, um aprendizado de decisões onde, só eles como timoneiro, ou proeiros, serão os seus senhores. Certamente não só a firmeza de caráter está sendo sedimentada, mas também o respeito pela natureza e seus elementos.
Certamente será o inicio e a vivência para despertar o futuro aguaviários do nosso Brasil para os programas de ensino profissional marítimo, através de cursos de especialização, ( básico de primeiros socorros, combate a incêndio, sobrevivência pessoal, e segurança pessoais e responsabilidade social, trazendo o sustento de suas famílias com uma profissão digna )
 

Iatismo como forma de lazer

Até o século 17, os barcos eram usados apenas como meio de transporte, que, aliás, era o principal método para conseguir conquistar 'novos mundos' e carregar materiais preciosos, como açúcar e café.

A partir dos anos de 1800, o iatismo começou a ser encarado como uma forma de lazer. O rei inglês Charles 2º, durante seu exílio na Holanda, se entusiasmou com o que viu e começou a organizar o iatismo como um esporte, levando ao seu país em 1860. Um ano depois, protagonizou a primeira competição em águas inglesas diante de seu irmão, o duque de York. Aos poucos, os ventos trataram de introduzir a vela em outros países vizinhos e também nos Estados Unidos.

Em 1900, o iatismo passou a fazer parte do programa olímpico. E, com o passar dos anos, as classes participantes se modificaram até em consequência da modernização dos barcos. Das atuais, a mais antiga é a Classe Star, embarcação que está nos Jogos desde 1932. A mais veloz é a tornado, que entrou numa Olimpíada em 1976.

Mudança de Paradigma

Apreciar as pequenas conquistas deve ser um hábito para aqueles que pretendem contribuir para a cultura náutica. Cada conquista tem um sabor especial e toda a conquista por menor que seja, deve ser elogiada e compartilhada. Não há dúvida de que para alcançarmos o sucesso temos de trabalhar duro por um longo período. Este sucesso não vem da noite para o dia, ele é construído ao longo do tempo. Acredito que, entre os participantes de atividades náuticas, haja muitas pessoas de visão dispostas a compartilhar novos conceitos; no futuro iremos comemorar juntos o sucesso de nossas ideias.

Cultura Náutica e Mentalidade Marítima

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